Sobre a mediocridade rasteira

“Até neste belo mundo há infelizes. Mas, que é afinal a infelicidade?”, perguntava-se Nietzsche, aos 15 anos. Anotou, também, que “infinita é a procura da verdade”, o que se tornaria sua inquietação por toda a vida, enquanto lúcido. Nessa busca, ele que poderia ter se tornado um pastor luterano, como o pai – trajetória interrompidaContinuar lendo “Sobre a mediocridade rasteira”

Seja bom, não neutro!

“Hei de cantar as bondades de Ahura Mazda, falarei com gosto da Boa Mente e com reverência sobre a vida dos retos. E, assim fazendo, mencionarei os dois conceitos que preocupam os sábios. Ouça com seus ouvidos aos melhores conselhos reflita sobre eles com julgamento iluminado, deixe que cada um possa escolher seus credos. ComContinuar lendo “Seja bom, não neutro!”