O terror não se controla

“Se a história passada fosse tudo o que importa no jogo, as pessoas mais ricas seriam os bibliotecários” ironiza Warren Buffett. Ele está certo. O passado só nos é útil se usado como prisma do presente. A história não é um fóssil. Ela é radioativa – emite sinais que podem ser captados. Aliás, os fósseisContinuar lendo “O terror não se controla”

Sobre milagres

Milagre é o que nos deixa “maravilhados”. Desejar e conseguir uma cura para doenças é um milagre? Pode ser, se for algo com poucas possibilidades. Tudo o que nos surpreende – pela superação de dificuldades, baixa probabilidade, fatos inusitados, mudanças no limite – poderia ser visto como miraculoso, a rigor. Neste sentido, o Brasil precisaContinuar lendo “Sobre milagres”

Holodomor

A Ucrânia é um país cercado por interesseiras nações – principalmente a Rússia, que acha que nasceu lá, na Rússia de Kiev. Ela é considerada o “celeiro da Europa” devido à fertilidade de suas terras. O país é um dos maiores exportadores de grãos do mundo, com uma safra muito acima da média. Por isso,Continuar lendo “Holodomor”

O homem sábio pensa consigo mesmo

“Voltaire é e será sempre atual, porque haverá sempre superstição, fanatismo, intolerância, injustiça, simonia, milagres, tolice.” (Acrísio Tôrres) Voltaire (1694-1778) era venenoso. Toda a falsa sensação do amparo religioso e da adoção de pensamentos alheios eram evisceradas e começavam a se deteriorar ao serem expostas. “A ambição de dominar os espíritos é uma das maisContinuar lendo “O homem sábio pensa consigo mesmo”

Entre a dúvida e a fé

A religião veio salvar a humanidade. Salvar do quê e por que? Antes da oficialização do cristianismo, no século IV, os moradores do Ocidente eram livres para adorar seus deuses, quaisquer. Em 25 a.C., Marcos Agripa construiu um Panteão em Roma (reconstruído por Adriano em 126 d.C.), onde qualquer um podia entrar e rezar paraContinuar lendo “Entre a dúvida e a fé”

“Com Voltaire, a pena voa e ri” (Victor Hugo)

Voltaire foi o autor do Dicionário Filosófico, embora, para se proteger dos poderosos, fomentadores da superstição, do fanatismo, da extravagância e da tirania, assumiu a autoria dos verbetes menos controversos e os mais delicados, designou a autores já falecidos ou estrangeiros. Victor Hugo dizia que “com Voltaire, a pena voa e ri”. Sua verve tratavaContinuar lendo ““Com Voltaire, a pena voa e ri” (Victor Hugo)”

A quem seguir?

Alguém, além de mim, já leu “Segredos de Liderança de Átila, o Huno”, de 1989? Curioso, lia sobre tudo e todos. Não recomendo o livro, claro. Só há ‘segredos’ no título, o resto é óbvio: lealdade, coragem, anseio, resistência emocional, vigor físico, empatia, poder de decisão, antecipação, sincronização, competitividade, autoconfiança, responsabilidade, credibilidade, tenacidade, confiabilidade …Continuar lendo “A quem seguir?”