Vacinas. A opinião de Machado de Assis

Crônica, 9 de dezembro de 1894 “Tudo tende à vacina. Depois da varíola, a raiva; depois da raiva, a difteria; não tarda a vez do cólera-morbo. O bacilo-vírgula, que nos está dando que fazer, passará em breve do terrível mal que é, a uma simples cultura científica, logo de amadores, até roçar pela banalidade. (…)Continuar lendo “Vacinas. A opinião de Machado de Assis”

“Não será comprada”

Chegamos ao ponto de, reiteradamente, a saúde pública ser um joguete político. O presidente afirmou hoje que a vacina Coronavac, desenvolvida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantã, “não será comprada” pelo governo brasileiro. O atual presidente apela para argumentos ideológicos. Tenta criar uma nova ‘guerra fria’ – agora entre o Ocidente cristão-democrático eContinuar lendo ““Não será comprada””

“Ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”

Como a cloroquina não pôde ser obrigatória, que vacinas também não sejam, lógico. A liberdade individual apregoada pelo governo não respeita a liberdade do outro. Como classificar isso? Populismo, hipocrisia ou somos, todos, otários? Phineas Taylor Barnum dizia, no século XIX: “Nasce um otário por minuto.” Referia-se ao otário teimoso, o que cai no mesmoContinuar lendo ““Ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina””