Ninguém estava ameaçando ninguém!

“Como um político nunca acredita no que diz, fica surpreso quando outros acreditam”. (Charles de Gaulle) George Kennan viu de tudo. Morreu em 2005, aos 101 anos. Ele foi o grande estrategista americano durante a Guerra Fria. Quando a II Guerra acabou, ele recomendou “uma política a longo prazo, paciente mas firme e vigilante, deContinuar lendo “Ninguém estava ameaçando ninguém!”

Mesmo a vitória pode ser amarga

“A Ucrânia deveria adotar uma postura comparável à da Finlândia, nação que não deixa dúvidas sobre sua violenta independência e coopera com o Ocidente na maioria dos casos, mas evita cuidadosamente a hostilidade institucional em relação à Rússia”. Essa foi uma das recomendações feitas por Henry Kissinger em 2014, durante as manifestações populares na UcrâniaContinuar lendo “Mesmo a vitória pode ser amarga”

Sobre a Ucrânia

Aparentando uma crise de transtorno paranoide, com seu excesso de desconfiança em relação aos outros, ou de psicopatia (a partir de alguns comportamentos como mania de perseguição, desrespeito às normas, impulsividade, baixa tolerância a frustrações, perfeccionismo), o líder russo resolveu atacar um país livre, a Ucrânia, pelo motivo, de fato, de ser seu vizinho. EmContinuar lendo “Sobre a Ucrânia”

A história é renitente

Em 1989, o historiador neoliberal Francis Fukuyama se empolgou com a concomitante derrocada de regimes totalitários, de esquerda e direita, e escreveu sobre o fim da história. Em 1992 saiu o livro (O Fim da História e o Último Homem), sucesso de crítica (favoráveis e destruidoras). Ele se apoiou nas ideias de Hegel (e depois,Continuar lendo “A história é renitente”

Holodomor

A Ucrânia é um país cercado por interesseiras nações – principalmente a Rússia, que acha que nasceu lá, na Rússia de Kiev. Ela é considerada o “celeiro da Europa” devido à fertilidade de suas terras. O país é um dos maiores exportadores de grãos do mundo, com uma safra muito acima da média. Por isso,Continuar lendo “Holodomor”