“Apenas as virtudes que admitem excessos”

As pretensões da pobreza, de Thomas Carew “Miserável pobre diabo, és por demais presumido Ao reivindicares um lugar no céu, na altura, Só porque tua humilde choça, ou tua tina, Acalenta alguma virtude indolente ou farisaica Sob o sol barato ou pelas fontes sombrias Com raízes e hortaliças; onde tua mão direita, Arrancando as paixõesContinuar lendo ““Apenas as virtudes que admitem excessos””