“Uma ação é boa na medida em que respeita a pessoa humana e contribui para sua realização; caso contrário, a ação é má”

Não dá para assistir como se não dissesse respeito a nós. O Brasil patina há tempos; agora podemos retroceder também no espaço político. Essa democracia pífia que temos – mas que é como o pão dormido que não podemos descartar – está ameaçada, como sempre ocorre periodicamente neste país, que ainda não aprendeu a amarContinuar lendo ““Uma ação é boa na medida em que respeita a pessoa humana e contribui para sua realização; caso contrário, a ação é má””

Esperançar é ir atrás, é não desistir.

Amar quem temos, a pessoa com quem vivemos, não é comum. A maioria lamenta – sente-se “infeliz” – por não ter ao lado a pessoa que “nos falta”, por quem alguns se “apaixonam”. Outros não admitem “perder” o que têm, embora não haja amor nessa relação, só posse. Schopenhauer, que gostava de colocar água noContinuar lendo “Esperançar é ir atrás, é não desistir.”

“A vida é um negócio que não cobre seus custos” (Schopenhauer)

É. Não dá para dizer que Schopenhauer era otimista, embora se comprometesse em buscar soluções para o ser humano suportar a dor de viver. Reforçava a nossa triste realidade e, as esperanças nulas e falsas sobre o bem que desta pode advir. O mundo seria “mais fumo do que luz”. Inspirava-se nas suas leituras sobreContinuar lendo ““A vida é um negócio que não cobre seus custos” (Schopenhauer)”

O poder que nos move

“O homem que tenta ser bom o tempo todo está fadado à ruína entre os inúmeros outros que não são bons”. Maquiavel, sendo maquiavélico. O poder tem seus encantos. Sentir-se poderoso é … embriagante. A ressaca se cura com mais poder. Mesmo os supostamente não empoderados têm suas esferas de poder, em âmbitos menores. AtéContinuar lendo “O poder que nos move”

A vida é representação?

“O mundo é minha representação. (…) Todo objeto, seja qual for a sua origem, é, como objeto, sempre condicionado pelo sujeito, e assim essencialmente apenas uma representação do sujeito”. (Arthur Schopenhauer) O viver intensamente, as ações espontâneas como celebrações apaixonadas, são razões tolas? Há tolice no viver? A vida não seria muito mais do queContinuar lendo “A vida é representação?”