O tempo, por um poeta

Em 1922 começava a modernidade. Aqui, com a Semana de Arte Moderna. Na Europa, com o lançamento de Ulisses, de James Joyce e, com o poema Terra Devastada, de T. S. Eliot. Foi quando a linguagem se rebelou contra a tirania do tema e do personagem, e se tornou protagonista por mérito próprio, diz KevinContinuar lendo “O tempo, por um poeta”

É o Espírito que faz de nós o outro de Deus

“(…) Por tudo que pelo sentido se pode cá compreender e quanto se pode entender, ainda que seja muito elevado, nem por graça e formosura eu nunca me perderei, mas sim por um não sei quê que se alcança por ventura.” No místico João da Cruz (1542-1591) há um desejo de infinito; um desejo queContinuar lendo “É o Espírito que faz de nós o outro de Deus”