O homem merece a liberdade?

O Utilitarismo é irmão siamês do Liberalismo. Jeremy Bentham (1748-1832), pai do Utilitarismo, um defensor das ideias de Adam Smith (1723-1790), argumentava que cada pessoa era o melhor juiz de seus próprios lucros, que não deveria haver empecilhos criados pelos governos, inclusive com relação a se emprestar dinheiro a juros (usura), tema em voga naContinuar lendo “O homem merece a liberdade?”

Otimista, com os olhos abertos

“Caminhamos para um novo universo. E, sem dúvida, é nesse que tudo vai bem; porque, convenhamos, o que ocorre no nosso, física e moralmente, justifica ligeiros lamentos” Assim falava Cândido, contrariado. Afinal, seu mentor, Pangloss, repetidamente lhe “provara” que os bens da terra são comuns a todos os homens, e que temos, cada um, iguaisContinuar lendo “Otimista, com os olhos abertos”

Histórico da indiferença

“Por que eu sempre nado contra a corrente? Porque só assim se chega às nascentes”. (José Lutzenberger) “Sou pessimista quanto à raça humana, porque ela é tão engenhosa que acaba se voltando contra si mesma. Nosso modo de lidar com a natureza é obrigá-la à submissão. Teríamos mais possibilidades de sobrevivência se nos acomodássemos aContinuar lendo “Histórico da indiferença”

O terror não se controla

“Se a história passada fosse tudo o que importa no jogo, as pessoas mais ricas seriam os bibliotecários” ironiza Warren Buffett. Ele está certo. O passado só nos é útil se usado como prisma do presente. A história não é um fóssil. Ela é radioativa – emite sinais que podem ser captados. Aliás, os fósseisContinuar lendo “O terror não se controla”