“Em uma terra radiante, vive um povo triste” (Paulo Prado)

Paulo Prado era rico, elegante, esportista e culto. Eça de Queirós ficou impressionado quando o conheceu: ” Menino, tu és uma perfeição humana”, exclamou. Era um mecenas, discreto. Coisa rara. Ao redor dos cinquenta anos tomou coragem para “tentar entender o Brasil”, e o brasileiro: ainda uma incógnita. O brasileiro, que senta na glória, antesContinuar lendo ““Em uma terra radiante, vive um povo triste” (Paulo Prado)”