Poesia da sexta: Rilke no Balaio

“Se procurar amparo na Natureza, no que é nela tão simples e pequeno que quase não se vê mas que inesperadamente pode tornar-se grande e incomensurável; se alimentar esse amor pelo mais ínfimo e se tentar, humilde como um criado, ganhar a confiança do que parece pobre, tudo será para si mais fácil, mais coesoContinuar lendo “Poesia da sexta: Rilke no Balaio”

Pachamama

“Jamais a humanidade reuniu tanto poder a tanta desordem, a tantas preocupações e a tantas manipulações, a tantos conhecimentos e a tantas incertezas. A inquietude e a futilidade se justapõem em nossos dias.” (Paul Valéry, 1932) “É preciso se perguntar o que hoje atinge mais gravemente a alma dos homens: sua paixão cega pelo dinheiroContinuar lendo “Pachamama”