Bruno, o perturbador

Segundo Lucrécio, a filosofia está “destinada a libertar o homem do medo da morte e dos deuses”. Poucos levaram isso tão a sério como Giordano Bruno. Giordano Bruno não se contentava com pouco; não era parcimonioso quanto às ideias. Sua vida representava “uma rejeição ousada de todas as crenças católicas, baseadas na mera autoridade”, disse Hegel.Continuar lendo “Bruno, o perturbador”