Mesmo a vitória pode ser amarga

“A Ucrânia deveria adotar uma postura comparável à da Finlândia, nação que não deixa dúvidas sobre sua violenta independência e coopera com o Ocidente na maioria dos casos, mas evita cuidadosamente a hostilidade institucional em relação à Rússia”. Essa foi uma das recomendações feitas por Henry Kissinger em 2014, durante as manifestações populares na UcrâniaContinuar lendo “Mesmo a vitória pode ser amarga”

Sobre a Ucrânia

Aparentando uma crise de transtorno paranoide, com seu excesso de desconfiança em relação aos outros, ou de psicopatia (a partir de alguns comportamentos como mania de perseguição, desrespeito às normas, impulsividade, baixa tolerância a frustrações, perfeccionismo), o líder russo resolveu atacar um país livre, a Ucrânia, pelo motivo, de fato, de ser seu vizinho. EmContinuar lendo “Sobre a Ucrânia”

Tempos estranhos

Em 1937, Mihail Sebantian, um escritor romeno, observou e registrou o afastamento de antigos amigos, atraídos como mariposas para uma chama inescapável: o fascismo. O tradicional debate de ideias foi substituído por uma ideologia, um arcabouço de ilusões que serve a um sistema de dominação, que se reforça alimentada por ódio e discriminações. Sebastian, aoContinuar lendo “Tempos estranhos”