O político Platão

Quando Platão se aproximava dos quarenta anos, ele visitou vários locais, entre os quais, a cidade-estado de língua grega de Siracusa, na ilha da Sicília. Em sua juventude, Platão havia considerado entrar na turbulenta política de Atenas, mas percebeu que suas reformas, pensadas para a constituição da cidade e nas práticas educacionais eram muito improváveisContinuar lendo “O político Platão”

“Os que se dedicam à filosofia são homens que se estão preparando para morrer”

“Pétalas voam Todas elas fazem o Galho mais velho” (Yosa Buson, 1716-1783) Em Fédon, Platão insinua que a morte não é nenhum ponto-final catastrófico. Ela seria um ponto extraordinário de virada que leva a um ser superior. Ela aproximaria a alma do “invisível”, do “divino”, do “racional” e do “uniforme” que, como o imutável, permaneceContinuar lendo ““Os que se dedicam à filosofia são homens que se estão preparando para morrer””

Fábulas de ama-de-leite

Assim Platão se referia aos mitos: fábulas. Mas, não há como separar quando o mito passou a ser história. Tróia era, até o século XIX, mitológica. Em 1871, Heinrich Schliemann encontrou os restos da cidade também denominada Ilion – de onde deriva o nome Ilíada. À pergunta “o que existia antes de existir alguma coisa”, osContinuar lendo “Fábulas de ama-de-leite”

Novos mundos

Na Antiguidade, muitos pensavam que a memória e a imaginação localizavam-se no coração; outros, como Herófilo e Erasístrato, as situavam na cabeça. Mas, no século IV d.C., Nemésio, o bispo de Emesa, ‘resolveu’ a questão: fixou as faculdades mentais em segmentos do próprio cérebro. Ele também se preocupava com a possibilidade de haver vários mundosContinuar lendo “Novos mundos”