“Se a luz é o primeiro amor da vida, não é o amor a luz do coração?” (Balzac)

Shakespeare nasceu há 459 anos, num 23 de abril, e morreu há 407 anos, num 23 de abril. Esta referência é para homenageá-lo e falar sobre as asperezas da vida, que às vezes nos alça ao reconhecimento e, noutros momentos nos joga na lama. Honoré de Balzac (1799-1850), aos 17 anos, foi estudar na SorbonneContinuar lendo ““Se a luz é o primeiro amor da vida, não é o amor a luz do coração?” (Balzac)”

Produção e extração de valor

“Um cínico é aquele que sabe o preço de tudo, mas não sabe o valor de nada.” (Oscar Wilde) De acordo com a Função de Produção da escola neoclássica, a divisão da renda entre lucros e salários é proporcional à contribuição dos fatores. Ou seja, é uma divisão justa e meritocrática. Está certo isso, ouContinuar lendo “Produção e extração de valor”

“Seja você mesmo; todas as outras personalidades já têm dono.” (Oscar Wilde)

Uma tempestade! Aqui, ao meu redor, enquanto escuto “A Canção da Terra”, do sofrido Gustav Mahler, que, aliás, morreu durante um temporal. Lembro das catástrofes recorrentes no verão, um símbolo de desprezo pela vida. Vidas descontinuadas, soterradas com seus esboços de planos para o futuro, saturadas de infelicidades, mas sempre ávidas por mais, como éContinuar lendo ““Seja você mesmo; todas as outras personalidades já têm dono.” (Oscar Wilde)”

Não há mistério maior que a miséria (Oscar Wilde)

Há uma ânsia por “felicidade”, esse maná moderno. E, achamos que esta felicidade está nos outros, na sua atenção, no reconhecimento, nos afetos e cuidados demonstrados, naquilo que fortaleça nosso ego. A felicidade – curtos momentos de paz interior – está em nós mesmos. Daí, quebramos a cara, pois procuramos onde não se está. EsquecemosContinuar lendo “Não há mistério maior que a miséria (Oscar Wilde)”

Ilusão, alucinação e delírio

É difícil falar sobre distúrbios psicológicos sem tangenciar o quadro político em que nos metemos. Mas, tentemos. O ser humano é um bicho estranho, uns mais que outros. Apesar disso, alguns comportamentos e atitudes causam “estranheza” entre os supostamente “normais”, embora não haja perfeitos. Todos nós ocultamos determinados aspectos de nós mesmos, até para nósContinuar lendo “Ilusão, alucinação e delírio”

Somos únicos, porque múltiplos

Oscar Wilde dizia: “A maioria das pessoas são outras pessoas.” Completava: “Seus pensamentos são as opiniões de outras pessoas, suas vidas, uma imitação, suas paixões, uma citação.” Por essas e outras, há um ‘esforço’ generalizado para nos enquadrar em determinadas ‘identidades‘. Essas identidades já foram as nacionalidades ou nossas classes sociais. Ultimamente, tende a nosContinuar lendo “Somos únicos, porque múltiplos”