“Não se pode odiar duvidando do ódio.” (Carolin Emcke)

“Afundo num lodo profundo, sem nada que me afirme; entro no mais fundo das águas, e a correnteza me arrastando … Esgoto-me de gritar, minha garganta queima, meus olhos se consomem esperando por meu Deus. Mais que os cabelos da minha cabeça são os que me odeiam sem motivo …” (Salmos 69: 3-5) O ódio,Continuar lendo ““Não se pode odiar duvidando do ódio.” (Carolin Emcke)”

O prazer do ódio

O ódio move, talvez tanto quanto a paixão. Como a paixão, sua materialização não sacia. Dia desses, li sobre uma mulher que largou sua vida e dedicou-se unicamente a buscar vingança, num relato de Drauzio Varella. Sua irmã de 15 anos foi estuprada e esfaqueada na região genital. A revolta a fez largar o emprego,Continuar lendo “O prazer do ódio”