“Com Voltaire, a pena voa e ri” (Victor Hugo)

Voltaire foi o autor do Dicionário Filosófico, embora, para se proteger dos poderosos, fomentadores da superstição, do fanatismo, da extravagância e da tirania, assumiu a autoria dos verbetes menos controversos e os mais delicados, designou a autores já falecidos ou estrangeiros. Victor Hugo dizia que “com Voltaire, a pena voa e ri”. Sua verve tratavaContinuar lendo ““Com Voltaire, a pena voa e ri” (Victor Hugo)”

A diversidade dá sentido ao mundo

“Acredito que uma folha de grama não é menos do que a jornada das estrelas.” (Walt Whitman) Sempre nos lembram que devemos ser ‘objetivos’. Objetividade, entretanto, é uma ficção, uma abstração. Tudo que é material pressupõe uma pré-diferenciação muito antes de sua concretização como coisas. “Em 1685, num dia qualquer, o gramado luxuoso do palácioContinuar lendo “A diversidade dá sentido ao mundo”

Testemunha da beleza e da destruição

Araquém Alcântara está há 50 anos fotografando a natureza. São 55 livros já publicados e mais um para este ano. O mais conhecido é ‘TerraBrasil‘, de 1998. Suas fotos estão nos principais museus do mundo. Sua convivência com as florestas reforçou seu respeito pela exuberância da vida. Mas, a devastação de nossos biomas é umaContinuar lendo “Testemunha da beleza e da destruição”

A natureza é uma cornucópia?

Nas tensões e discussões que envolvem ciência ambiental, população, dinâmica de recursos e ecologia, temos os malthusianos e os cornucopianos; escassez e abundância. Os que observam Thomas Malthus, expressam preocupações de que o crescimento exponencial da população humana e as demandas econômicas superem os recursos globais necessários para apoiar as pessoas, minando a sustentabilidade aContinuar lendo “A natureza é uma cornucópia?”