Ainda sobre a Independência

Em 1815 o Brasil foi elevado à condição de “Reino Unido a Portugal e Algarves”. Já comentei aqui as razões (https://balaiocaotico.com/2022/09/02/como-o-brasil-tornou-se-reino/) Mesmo entendidas as motivações, em Portugal a incredulidade e o desânimo inspiravam,de forma cada vez mais acentuada, um vago sentimento de orfandade política. Numa carta dos governadores do reino para o Rio de JaneiroContinuar lendo “Ainda sobre a Independência”

“… é injúria do ‘poder’ usar espada da justiça fora dos casos dela”

O Marquês de Pombal ficou à frente dos destino do Império português por 27 anos, de 1750 a 1777, sob José I. Tido como déspota esclarecido, com base nas impressões da alta nobreza e dos jesuítas, que perderam poder, tinha, de fato, um senso prático e agudeza de espírito na condução dos negócios do Estado.Continuar lendo ““… é injúria do ‘poder’ usar espada da justiça fora dos casos dela””