O triunfo do fracasso

Em fevereiro de 1949, Arthur Miller, muito tenso, aguardava a estreia de sua peça “A Morte do Caixeiro Viajante” na Broadway. Imaginava: que importância teria para aquela multidão, vivendo no clima de prosperidade do após-guerra, a vida e a morte de um homem tão simples e insignificante como um caixeiro-viajante? Foi um sucesso, inclusive deContinuar lendo “O triunfo do fracasso”

A realidade se antecipa à ficção?

Para Mark Twain, a diferença entre a verdade e ficção é que a ficção faz mais sentido. Relendo “Becos da Memória”, de Conceição Evaristo, selecionei uma de suas “escrevivências”. “As histórias são inventadas, mesmo as reais, quando são contadas.” (Conceição Evaristo) Bondade era um personagem diferente, não tinha casa, “morava em lugar algum, a nãoContinuar lendo “A realidade se antecipa à ficção?”