“Certa vez olhamos para o mundo, na infância. O resto é memória.”

Louise Glück foi a vencedora do Prêmio Nobel de Literatura deste ano. Não conhecia. “… ela se inspira em mitos e motifs clássicos, presentes na maior parte do seu trabalho. As vozes de Dido, Perséfone e Eurídice — a abandonada, a punida, a traída — são máscaras para um eu lírico em transformação, tão pessoalContinuar lendo ““Certa vez olhamos para o mundo, na infância. O resto é memória.””