O homem merece a liberdade?

O Utilitarismo é irmão siamês do Liberalismo. Jeremy Bentham (1748-1832), pai do Utilitarismo, um defensor das ideias de Adam Smith (1723-1790), argumentava que cada pessoa era o melhor juiz de seus próprios lucros, que não deveria haver empecilhos criados pelos governos, inclusive com relação a se emprestar dinheiro a juros (usura), tema em voga naContinuar lendo “O homem merece a liberdade?”

O Estado é só um estorvo?

Para a revista The Economist, arauto do liberalismo, os governos deveriam se ater ao básico: escolas melhores “para uma força de trabalho qualificada”, regras claras e igualdade de condições para empresas de todo os tipos. O resto deve ficar para os “revolucionários”, os inventores de garagem, os empreendedores “inovativos”. Será? É isso que é oContinuar lendo “O Estado é só um estorvo?”

Um pacto fáustico

Paulo Guedes disse, há dois dias, que a agenda liberal encolheu em razão de circunstâncias políticas e considerou que o grau de adesão do presidente à agenda econômica caiu de 99% para 65%. É uma surpresa isso. Os 65%, claro. Paulo Guedes continua vivendo o mito da caverna. Acredita nas sombras. O mercado, em especialContinuar lendo “Um pacto fáustico”

Certezas e absolutos

A realidade “ficcional” e a “real” se confundem num mundo cada vez mais virtual, aponta Byung-Chul Han. As saídas assumem, em geral, o papel de fugas. O pensar virou um palavrão, coisa de ‘intelectual’, outro nome para ‘inútil’, e impõe-se que só se permite duvidar das opiniões dos outros, nunca das próprias (introjetadas). O mundoContinuar lendo “Certezas e absolutos”