O tempo, por um poeta

Em 1922 começava a modernidade. Aqui, com a Semana de Arte Moderna. Na Europa, com o lançamento de Ulisses, de James Joyce e, com o poema Terra Devastada, de T. S. Eliot. Foi quando a linguagem se rebelou contra a tirania do tema e do personagem, e se tornou protagonista por mérito próprio, diz KevinContinuar lendo “O tempo, por um poeta”

“Sobre o nada eu tenho profundidades”

Manoel de Barros tinha “um olhar de fonte, um olhar de primeira água”, no dizer de Paulinho Assunção. Era o próprio sentimento, numa vertente sempre da infância, da curiosidade e da reverência. Um cultor da palavra e da simplicidade. Fazia um esforço para nada explicar; o que se consegue explicar, satisfatória e completamente? Ele amavaContinuar lendo ““Sobre o nada eu tenho profundidades””