“Proteja-me do que quero” (Jenny Holzer)

Com o iluminismo, a partir do século XVIII, acreditou-se que haveria uma harmonia entre o “progresso” e aumento da felicidade. O progresso anunciado se traduziria em avanço do saber científico, uma disparada na produtividade, o “domínio” definitivo da natureza pela tecnologia, a libertação das mentes do jugo religioso, superstição e servilismo, a transformação das instituiçõesContinuar lendo ““Proteja-me do que quero” (Jenny Holzer)”