“É preciso viver.”

Amandine Aurore Lucile Dupin: George Sand, como se assumiu literariamente. O nome masculino, e os trajes, não eram sinais de homossexualismo. Ao contrário. Era uma força animal, muito feminina; uma criatura poderosa e indômita – após superar traumas da infância e juventude. E, ia aumentando seu poder de atração à medida que envelhecia. Já sessentona,Continuar lendo ““É preciso viver.””