O social e o fiscal

Houve um tempo em que economistas eram humanos. Brincadeira. Mas, quem leu John Stuart Mill e Adam Smith, além dos seus textos meramente “econômicos”, percebem que eles tinham uma preocupação com o social. Smith: “A maioria dos governos é de ricos para ricos.“/ “Nossos mercadores e senhores reclamam muito dos maus efeitos dos altos saláriosContinuar lendo “O social e o fiscal”

Capitalismo do desperdício

Há uma potencial crise à vista, além do marasmo atual. O capitalismo, muito brioso, tem sobrevivido a crises cíclicas e a algumas extemporâneas. Quase todas previsíveis e motivadas pela ganância e indiferença com os que não estão no jogo. Esse rio caudaloso tem deixado muitos à margem; essas margens são cada vez mais erodidas eContinuar lendo “Capitalismo do desperdício”

O homem merece a liberdade?

O Utilitarismo é irmão siamês do Liberalismo. Jeremy Bentham (1748-1832), pai do Utilitarismo, um defensor das ideias de Adam Smith (1723-1790), argumentava que cada pessoa era o melhor juiz de seus próprios lucros, que não deveria haver empecilhos criados pelos governos, inclusive com relação a se emprestar dinheiro a juros (usura), tema em voga naContinuar lendo “O homem merece a liberdade?”

Para quem trabalham os economistas?

Malthus (1766-1834) dizia que nada, nada, poderia ser feito para melhorar a situação dos pobres, pois a razão pela qual as classes trabalhadoras eram pobres não estava nos lucros excessivos, mas no fato de que a população aumenta mais depressa do que a subsistência. A morte (epidemias, pestes, pragas, guerras e fome) tinha um papelContinuar lendo “Para quem trabalham os economistas?”

A felicidade é oblíqua

“Na verdade, sempre acreditei que a felicidade é o teste de todas as regras de conduta, e o objetivo da vida. No entanto, hoje percebi que esse objetivo só seria alcançado se não fosse um fim direto. Só é feliz quem direciona esforços para alcançar objetivos que não sejam a própria felicidade; para a felicidadeContinuar lendo “A felicidade é oblíqua”