Maria Rita Kehl: A mínima diferença (1992)

Há cem anos não se fala em outra coisa. O falatório surpreenderia o próprio Freud. Se ele criou um espaço e uma escuta para que a histérica pudesse fazer falar seu sexo, num tempo cuja norma era o silêncio, o que restaria ainda por dizer ao psicanalista, quando a sexualidade circula freneticamente em palavras e imagens,Continuar lendo “Maria Rita Kehl: A mínima diferença (1992)”