“… não serve para nada, mas não tem preço” (Éric Mézan)

O artista francês Pierre Huyghe há muito tempo usa animais em seu trabalho: abelhas, cães e filhotes frequentemente percorrem seus mundos elaborados, mundos que ele cria em galerias e locais de exibição, transformando-os em estranhos não-lugares, lugares “intermediários” entre natureza e cultura. “No final dos anos 1960, Jannis Kounellis trouxe pássaros e cavalos para asContinuar lendo ““… não serve para nada, mas não tem preço” (Éric Mézan)”