A ausência de futuro já começou

(Günther Anders, 2007) Flannery O’Connor disse certa vez: “toda história tem começo, meio e fim, mas não necessariamente nessa ordem.” Costumamos nos perceber no meio de uma narrativa, com o fim à vista; o eterno “fim dos tempos”. O fim chegará, como um novo começo. Rupturas são inevitáveis, como mudanças de padrões. Perda de referenciaisContinuar lendo “A ausência de futuro já começou”