Viajar, no tempo

Resolvi rever o filme Interestelar (2014), de Christopher Nolan, baseado nos trabalhos do físico teórico Kip Thorne. Num futuro próximo, após a humanidade avançar de forma não retroativa no projeto de deixar a Terra inabitável, a saída aparece como a ‘colonização’ de outros planetas. Como, aliás, como já alertava Ray Bradbury nas suas Crônicas Marcianas,Continuar lendo “Viajar, no tempo”

“O medo não é uma visão de mundo”

O barão Kurt von Hammerstein-Equord foi comandante do Exército alemão de 1930 a 1934. Quando Hitler assumiu o poder supremo, no início de 1933, representava a encarnação da vontade unânime dos alemães. Havia sido eleito, tinha o apoio dos empresários e financistas e trazia a tiracolo a promessa das restaurações do orgulho e da economiaContinuar lendo ““O medo não é uma visão de mundo””

Hipocrisia e a mentira entronada

“A convivência entre os seres humanos só poderá, pois, ser considerada bem constituída, fecunda e conforme à dignidade humana, quando fundada sobre a verdade, como adverte o apóstolo Paulo: ‘Abandonai a mentira e falai a verdade cada um ao seu próximo, porque somos membros uns dos outros’ (Ef 4,25) Este é o início do capítulo 35Continuar lendo “Hipocrisia e a mentira entronada”

A psicologia das massas, segundo Hitler

Sempre me perguntei se são as pessoas – indivíduos comuns – que fazem a história, ou se elas são meras captadoras e retransmissoras de energias que, de uma ou outra forma, fariam sentir sua força transformadora. Leio muito sobre Hitler, Lênin, Mao, Stalin e outros ‘transformadores’ da história; “parteiros da história”. Lênin, por exemplo, contrariandoContinuar lendo “A psicologia das massas, segundo Hitler”