O metaverso será nosso universo?

“Daquilo de que os outros não sabem sobre mim, disso eu vivo.” (Peter Handke) Estamos perdendo nossos segredos, nossa individualidade, nossas idiossincrasias. Viramos um caldo cultural, mas com pouca especificidade. Somos acompanhados e, monitorados. Sem percebermos, estamos nos entregando e nos deixando manipular. Que coisa! Que coisa nos tornamos! A transparência de nossos atos, preferências,Continuar lendo “O metaverso será nosso universo?”

Temos muito o que fazer, preparando nosso próximo erro

“Hoje, eu realmente não acredito em coisa nenhuma que possa acontecer no Brasil”: desabafo de Antonio Callado, uma semana antes de morrer. Um livro póstumo, com suas crônicas, foi intitulado “O país que não teve infância”. Amadurecemos? Os portugueses chegaram por aqui em 1500. Os ingleses começaram, de fato, a colonização do que viria aContinuar lendo “Temos muito o que fazer, preparando nosso próximo erro”

A estupidez como guia

“As massas nunca tiveram sede da verdade. Elas se afastam de evidências que não são do seu gosto, preferindo deificar o erro, se o erro os seduzir. Quem quer que possa lhes fornecer ilusões é facilmente seu senhor; quem tenta destruir suas ilusões é sempre sua vítima.” (Gustave Le Bon, 1841-1931) Le Bon estudou asContinuar lendo “A estupidez como guia”

Torço para que o espírito altivo, benigno, solidário prevaleça. Que possamos subir alguns degraus.

Em 1895, Gustave Le Bon publicou o clássico “Psicologia das Multidões”. Era médico, mas se interessava por psicologia, sociologia, antropologia e física. Seria, com licença da palavra, polímata. Há quem afirme que ele antecipou a teoria da relatividade de Einstein. Influenciou muitos políticos e pensadores, como Lenin, Hitler, Ortega y Gasset, Freud, Mussolini, Roosevelt, Churchill,Continuar lendo “Torço para que o espírito altivo, benigno, solidário prevaleça. Que possamos subir alguns degraus.”