“O discurso amoroso é hoje de extrema solidão”

Roland Barthes, semiólogo, morreu em 1980. Em 1977 escreveu “Fragmentos de um discurso amoroso”, no qual coleta marcos da experiência amorosa e faz uma análise fria e cínica. Um trecho: “Encontro pela vida milhões de corpos; desses milhões posso desejar centenas; mas dessas centenas, amo apenas um. O outro pelo qual estou apaixonado me designaContinuar lendo ““O discurso amoroso é hoje de extrema solidão””