Pós-verdades e a estupidez

“Não contente em gerar a infelicidade alheia, o estúpido inoportuno ficará contente consigo mesmo. Inabalável. Imune à hesitação. Certo de estar no seu direito. O imbecil feliz não se importa em perturbar os outros. O estúpido considera suas crenças como verdades gravadas em mármore, embora todo o saber esteja alicerçado na areia. A dúvida enlouquece,Continuar lendo “Pós-verdades e a estupidez”

A estupidez como guia

“As massas nunca tiveram sede da verdade. Elas se afastam de evidências que não são do seu gosto, preferindo deificar o erro, se o erro os seduzir. Quem quer que possa lhes fornecer ilusões é facilmente seu senhor; quem tenta destruir suas ilusões é sempre sua vítima.” (Gustave Le Bon, 1841-1931) Le Bon estudou asContinuar lendo “A estupidez como guia”

Sobre a estupidez humana

Esta expressão de Einstein é conhecida: “Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, em relação ao universo, ainda não tenho certeza absoluta”. Ernest Renan a dizia dessa forma: “A estupidez humana é a única coisa que dá uma ideia do infinito.” Em 1976, Carlo Cipolla pensou em resumir essa capacidade humanaContinuar lendo “Sobre a estupidez humana”

A estupidez salva

Lembro de épocas em que gostos idênticos nos aproximavam. Hoje, notei, participo mais de grupos cujas características são desgostos comuns: o que nos une é o que desagrada, o que inquieta. O que separa nos une. Muita tensão. Provocações, desvios de foco, fumaça em vários tons para que não se veja o incêndio, diversionismo, estradasContinuar lendo “A estupidez salva”