A marca da escravidão

Renegar a escravidão no Brasil é o divertimento de parte da direita no país. Se ela ainda houvesse, legalmente, eles se sentiriam à vontade. Conquistas sociais não podem se limitar às ‘conquistas’; sua manutenção não é garantida. O exemplo vem da Fundação Cultural Palmares, que “tornou-se referência nacional e internacional na formulação e execução deContinuar lendo “A marca da escravidão”

É difícil, mas tem jeito

José Bonifácio de Andrada e Silva é considerado o Patriarca da Independência. A princípio ele não queria a independência, mas a criação de um grande império luso-brasileiro, no qual o Brasil teria estatuto de igualdade com Portugal. Mas as Cortes de Lisboa tinham propósitos recolonizadores. Então, encorajou D. Pedro, inexperiente príncipe de 23 anos, aContinuar lendo “É difícil, mas tem jeito”

Feminista, revolucionária, anti-escravagista, heroína e, crente na justiça humana

Marie Gouze nasceu em 1748 e foi decapitada em 1793, aos 45 anos. Era filha de um amor proibido entre Anne-Olympe, uma lavadeira, e um marquês. Aos 18 anos já era mãe e viúva. Casara-se, forçada, com um sujeito muito mais velho e abusivo, que a obrigava a manter relações sexuais. Após sua morte nuncaContinuar lendo “Feminista, revolucionária, anti-escravagista, heroína e, crente na justiça humana”

O Brasil poderia ter sido um império colonialista

1822. O Brasil torna-se independente de Portugal. Comemora-se no dia 7 de setembro, dia do grito no Ipiranga, mas a data oficial seria 12 de outubro, quando se deu a elevação oficial do país à condição de Império e a aclamação de D. Pedro como seu primeiro imperador. Em seguida, membros da comunidade mercantil angolanaContinuar lendo “O Brasil poderia ter sido um império colonialista”