Trazemos a maldade conosco?

O mal está no coração da pessoa? É inato, adquirido ou reativo? O ser humano é um “ser caído”, que carrega o pecado na sua origem? Temos, de fato, o “livre-arbítrio” e, se sim, ele nos chegou como galardão ou como punição? “Se o homem já é como um de nós, versado no bem eContinuar lendo “Trazemos a maldade conosco?”

Placebos e crenças

Placebo, em latim, significa “agradarei”. Era considerado um método de agradar o paciente na ausência de uma terapêutica. Não é coisa nova: já no século XVI, a Igreja Católica fazia uso de placebos para desacreditar supostas falsas possessões demoníacas. Indivíduos “possuídos” deveriam manusear falsas relíquias sagradas e, caso reagissem com contorções, eram consideradas falsas possessões,Continuar lendo “Placebos e crenças”

Epigenética

Nossos hábitos de vida podem influenciar nosso DNA. Mas, as cerca de 50 trilhões de células que nos compõem, com seus genes, não controlariam nossa vida? Não há um determinismo genético? A vida das células não teria de ter um propósito? O DNA não deveria controlar a vida biológica, já que nossas características são asContinuar lendo “Epigenética”

Evolução, alguns personagens e uma cronologia

Em 1801, Lamarck passou a divulgar sua teoria sobre a evolução das espécies. Resumidamente, mudanças no ambiente causariam mudanças nas necessidades dos organismos que ali viviam, o que geraria mudanças no seu comportamento e, essas mudanças poderiam ser transmitidas aos seus descendentes. Duas leis regiam esses efeitos: a do ‘Uso e Desuso’ e a deContinuar lendo “Evolução, alguns personagens e uma cronologia”