A realeza, as elites e a escravidão

A família imperial não tinha escravos. Nos seus imóveis, todos os negros eram alforriados e assalariados. A Princesa Isabel recebia ameaças contra sua vida e de seus filhos, frequentemente. De onde vinham? Dos grandes cafeicultores escravocratas. Isso desde antes da promulgação da Lei do Ventre Livre e acentuou-se após a abolição. Foi necessário se organizarContinuar lendo “A realeza, as elites e a escravidão”

Nossas elites

§ 2º Todos são iguais perante a lei. A República não admite privilégios de nascimento, desconhece foros de nobreza e extingue as ordens honoríficas existentes e todas as suas prerrogativas e regalias, bem como os títulos nobiliárquicos e de conselho. (parágrafo 2º do art. 72 da Constituição de 1891) No Brasil alguns eventos transformadores ocorreram deContinuar lendo “Nossas elites”

As preocupações do governo em 1876

Em 1824, a constituição outorgada por Dom Pedro I determinava a realização de eleições para a escolha de representantes dos poderes legislativo e executivo. Claro que só as elites votavam. Eram requisitos: idade superior a 25 anos e ser do sexo masculino, além de comprovar uma renda mínima anual proveniente de empregos, comércio, indústria eContinuar lendo “As preocupações do governo em 1876”

O exemplo errado

Em 11 de novembro de 1899, os republicanos – civis, principalmente – “convenceram” o general Deodoro da Fonseca a derrubar o Império e instaurar uma República. Saiu uma ditadura militar. Nossas crises não capricham na originalidade. Há um paralelo entre a proclamação da república e o golpe de 64: os civis usam os militares paraContinuar lendo “O exemplo errado”