As preocupações do governo em 1876

Em 1824, a constituição outorgada por Dom Pedro I determinava a realização de eleições para a escolha de representantes dos poderes legislativo e executivo. Claro que só as elites votavam. Eram requisitos: idade superior a 25 anos e ser do sexo masculino, além de comprovar uma renda mínima anual proveniente de empregos, comércio, indústria eContinuar lendo “As preocupações do governo em 1876”

Desamortizar

Na Espanha pós-liberta de Napoleão, houve um processo de confisco das terras e bens da Igreja. Era necessário “desamortizar o capital investido” pelo povo durante séculos nos conventos e monastérios. A rigor, começaram entre 1800 e 1808, quando “desamortizaram” os bens da Companhia de Jesus, de hospitais, hospícios, Casas de Misericórdia e de colégios eContinuar lendo “Desamortizar”

É difícil, mas tem jeito

José Bonifácio de Andrada e Silva é considerado o Patriarca da Independência. A princípio ele não queria a independência, mas a criação de um grande império luso-brasileiro, no qual o Brasil teria estatuto de igualdade com Portugal. Mas as Cortes de Lisboa tinham propósitos recolonizadores. Então, encorajou D. Pedro, inexperiente príncipe de 23 anos, aContinuar lendo “É difícil, mas tem jeito”

O Brasil poderia ter sido um império colonialista

1822. O Brasil torna-se independente de Portugal. Comemora-se no dia 7 de setembro, dia do grito no Ipiranga, mas a data oficial seria 12 de outubro, quando se deu a elevação oficial do país à condição de Império e a aclamação de D. Pedro como seu primeiro imperador. Em seguida, membros da comunidade mercantil angolanaContinuar lendo “O Brasil poderia ter sido um império colonialista”