O ódio que nos alimenta

Não se odeia quando se está em dúvida. O ódio requer “certezas” absolutas. Em dúvida somos condescendentes, tolerantes. As certezas reduzem nossa humanidade pois criam uma sensação de proximidade com o “absoluto”. Entretanto, somos reles seres perdidos no tempo (desconhecemos nossas origens pré-natais e o futuro é incógnito) e muitas vezes no espaço, quando nãoContinuar lendo “O ódio que nos alimenta”

Certezas e absolutos

A realidade “ficcional” e a “real” se confundem num mundo cada vez mais virtual, aponta Byung-Chul Han. As saídas assumem, em geral, o papel de fugas. O pensar virou um palavrão, coisa de ‘intelectual’, outro nome para ‘inútil’, e impõe-se que só se permite duvidar das opiniões dos outros, nunca das próprias (introjetadas). O mundoContinuar lendo “Certezas e absolutos”