A fantasia desfeita

Com e após o governo de Kubitscheck o país se encheu de confiança e até sonhou que teria jeito; que não estava condenado, nós é que o enterrávamos a partir de nossa ‘inválida vontade’ e mísera descrença no potencial humano. Esse ambiente entusiasta também contagiou Celso Furtado, e nunca o abandonou. Hoje, 26 de julho,Continuar lendo “A fantasia desfeita”