A Solidão e Sua Porta

(Carlos Pena Filho – dedicado a Francisco Brennand) “Quando mais nada resistir que valhaa pena de viver e a dor de amarE quando nada mais interessar(nem o torpor do sono que se espalha)Quando pelo desuso da navalhaA barba livremente caminhare até Deus em silêncio se afastardeixando-te sozinho na batalha Arquitetar na sombra a despedidaDeste mundoContinuar lendo “A Solidão e Sua Porta”