Placebos e crenças

Placebo, em latim, significa “agradarei”. Era considerado um método de agradar o paciente na ausência de uma terapêutica. Não é coisa nova: já no século XVI, a Igreja Católica fazia uso de placebos para desacreditar supostas falsas possessões demoníacas. Indivíduos “possuídos” deveriam manusear falsas relíquias sagradas e, caso reagissem com contorções, eram consideradas falsas possessões,Continuar lendo “Placebos e crenças”

Epigenética

Nossos hábitos de vida podem influenciar nosso DNA. Mas, as cerca de 50 trilhões de células que nos compõem, com seus genes, não controlariam nossa vida? Não há um determinismo genético? A vida das células não teria de ter um propósito? O DNA não deveria controlar a vida biológica, já que nossas características são asContinuar lendo “Epigenética”