Por que não?

Nosso centenário Edgar Morin procura nos alertar sobre o chamado processo de “racionalização”. Este processo gera uma espécie de desatenção seletiva, de normalização, de remoção, que são gerados “pela exigência integralmente humana de se defender das angústias provocadas pela incerteza, que impulsionam cada indivíduo a buscar ‘certezas’, ‘ordem’, ‘definitividade’, tudo que possa evitar os dolorososContinuar lendo “Por que não?”

Falando de Pascal, por Fábio Adiron

Argumentum ad Hominem (literalmente, argumento contra o homem) é um tipo de falácia de relevância, um subgrupo do que é conhecido no campo da lógica como falácias não-formais. Quando não tem mais argumentos para usar, um debatedor agressivo, em vez de refutar a verdade do argumento adversário, ataca diretamente o caráter pessoal do oponente. Blaise Pascal, matemático, físico, inventor, filósofo e escritor, foiContinuar lendo “Falando de Pascal, por Fábio Adiron”

Os telescópios são as catedrais do nosso tempo?

“Ver um universo num grão de areia e um paraíso numa flor selvagem, segurar o infinito na palma da mão e a eternidade numa hora.” (William Blake) Algo infinito pode conter outra coisa infinita? Paradoxo? A sucessão dos números naturais 1, 2, 3,… nunca acaba; é infinita. Mas eles contêm dentro deles o conjunto dosContinuar lendo “Os telescópios são as catedrais do nosso tempo?”

“Quem aumenta seu conhecimento aumenta sua ignorância.” (F. Schlegel)

O que podemos conhecer da realidade? Muito, muito pouco. Quanto mais nos interessamos pelo saber, mais interesses consequentes, correlatos, aprofundados, aparecem. É uma aventura sem fim, felizmente. É uma lição de que o que importa é o caminho, não o destino. Quanto mais vemos o que existe de racional, mais é necessário ver também oContinuar lendo ““Quem aumenta seu conhecimento aumenta sua ignorância.” (F. Schlegel)”