Ausência presente – poesias de Ana Martins Marques

Poesias de Ana Martins Marques: “Porque um barco volta a ser madeira e mesmo uma casa volta a ser pedra porque as coisas tecidas um dia se destecem porque não é eterno o amor entre as coisas porque mesmo o vidro mesmo o metal perecerão os seus olhos lentos a sua carne violenta a eletricidadeContinuar lendo “Ausência presente – poesias de Ana Martins Marques”

“Uma poça … que viveu alguns segundos”

Tempos nebulosos, sem memória, descompensados, extremados, centrífugos … requerem poesia. Ana Martins Marques é poesia. EM BRANCO Dizem que Cézannequando certa vez pintou um quadrodeixando inacabada parte de uma maçãpintou apenas a parte da maçãque compreendia. É por issomeu amorque eu dedico a vocêeste poemaem branco. HISTÓRIA “Tenho 39 anos. Meus dentes têm cerca deContinuar lendo ““Uma poça … que viveu alguns segundos””