Paixão e razão

Sempre há quem confunda amor com paixão, embora sejam motivações e sensações muito diferentes. O amor é um sentimento puro e desprendido de desejo, de resultado e de interesses pessoais. O amor é altruísta, nada quer em troca; a paixão é egoísta, tudo precisa retornar para o desfrute do “amante”. A paixão é uma “exigência”Continuar lendo “Paixão e razão”

“Todas as crenças organizadas baseiam-se na separação, ainda que preguem a fraternidade”

Krishnamurti acreditava no ser humano, individualmente; para ele, os males decorrem dos processos de organização social, dos seus coletivos. “Pode-se ter esperança nos homens, mas não na sociedade nem em sistemas religiosos organizados: só em vós e em mim.” Sobre a verdade, dizia que ela não é o que está nos livros; ela decorre doContinuar lendo ““Todas as crenças organizadas baseiam-se na separação, ainda que preguem a fraternidade””

Por que a tolerância não é um ato de amor?

Nelino Azevedo de Mendonça* A palavra tolerância tem origem no termo latino tolerare que, entre outros sentidos, significa suportar, aceitar. Também significa indulgência. O valor semântico da palavra indulgência está relacionado ao ato de “perdoar os erros cometidos pelos outros; clemência. Demonstração de perdão a um castigo, a uma pena, a uma ofensa” (Dicionário online Houaiss). DessaContinuar lendo “Por que a tolerância não é um ato de amor?”