Por medidas efetivas de combate à pandemia

Economistas e banqueiros renomados divulgaram uma Carta Aberta neste domingo (21/03/21) em que exigem dos governantes brasileiros medidas efetivas contra o avanço do coronavírus no país. Entre os nomes que referendam a carta estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan, Maílson da Nóbrega, Marcílio Marques Moreira e Ruben Ricupero, e os ex-presidentes do Banco CentralContinuar lendo “Por medidas efetivas de combate à pandemia”

Além da “crise de gestão”, os governantes atuais praticam a “gestão por meio de crises”.

“Os homens normais não sabem que tudo é possível.” (David Rousset) Ah, se muitos lessem Hannah Arendt! As ideologias, que anulam personalidades e as substituem pelo coletivo, pelo mugido das multidões, talvez não encontrassem terreno fértil. Talvez, mas não é certo. Vejam o que ocorre neste momento de pandemia: evidências que pareciam inquestionáveis só fortaleceramContinuar lendo “Além da “crise de gestão”, os governantes atuais praticam a “gestão por meio de crises”.”

Holodomor

A Ucrânia é um país cercado por interesseiras nações – principalmente a Rússia, que acha que nasceu lá, na Rússia de Kiev. Ela é considerada o “celeiro da Europa” devido à fertilidade de suas terras. O país é um dos maiores exportadores de grãos do mundo, com uma safra muito acima da média. Por isso,Continuar lendo “Holodomor”

Autoritarismo

O que é ser de extrema direita? Talvez seja adotar uma política antissistema para os que não acreditam que o sistema possa de fato mudar. A ideia é que tudo permaneça com está, mas que dê ganhos maiores para os que se sentem deixados de lado. Não todos, claro. Só os merecedores. “Algo deve mudarContinuar lendo “Autoritarismo”

A economia e a morte

A vida ou a economia! Muitos ainda têm esse dilema entranhado no consciente a partir de arquétipos inconscientes. Poderosos dizem: a economia garante a vida! Se pensarmos um pouco veremos que é o contrário. Para ilustrar o raciocínio de que o sustento econômico é a garantia da vida, apela-se para as desigualdades sociais, que seContinuar lendo “A economia e a morte”

Genocídio indígena

O conceito de genocídio surgiu em 1944, a partir de um livro publicado por um jurista polonês, Raphael Lemkin. Ele se referia à técnica de ocupação nazista que destruía os alicerces essenciais de grupos nacionais ou étnicos, para aniquilá-los física e/ou culturalmente. Depois, Robert Jaulin, antropólogo, definiu mais especificamente o etnocídio. Ecocídio, que faz referênciaContinuar lendo “Genocídio indígena”

Incompetência e sofrimento do povo

Boris Nicoláievitch Iéltsin era, em 1990, a grande esperança russa após o início do colapso da URSS. Tornara-se famoso e popular devido ao seu discurso anticorrupção. Mas, decepcionou como governante: suas reformas afundaram a Rússia no caos – econômico e social. Um desastre para um povo que, por gerações, aprendera a se orgulhar, nem sempreContinuar lendo “Incompetência e sofrimento do povo”

Napoleão III

Este imponente senhor da pintura, Charles-Louis Napoléon Bonaparte, era sobrinho de Napoleão Bonaparte. Victor Hugo o chamava de “Napoléon le petit“. Depois de muitas tentativas, viria a ser Napoleão III. Deveria ser estudado por todos os políticos. Quando Napoleão II morreu, em 1832, aos 21 anos – de tuberculose -, Luís Napoleão entendeu ser seuContinuar lendo “Napoleão III”

De que os líderes são feitos

Napoleão Bonaparte foi um grande líder? Grandeza, aqui, entendida como uma característica individual. Não há consenso. Na opinião de Tolstoi, ele não foi um general excepcional como se diz. Foi levado à vitória pela coragem e dedicação dos soldados franceses que ganharam a Batalha de Borodino. Esta ocorreu durante a Campanha da Rússia, em 7Continuar lendo “De que os líderes são feitos”

A história é o que nos contam

O passado é incerto, não só no Brasil. O presente é confuso, multifacetado, caleidoscópico, permite mil leituras e nenhuma completamente verdadeira, porque sempre incompleta. Ninguém é onisciente. E é este o presente que estará, amanhã, nos livros de história. Então, conformemo-nos com nossas parcialidades. Afinal, somos partes. Esse é o drama da verdade. A “verdadeContinuar lendo “A história é o que nos contam”