Nosso Narcisinho

“O presidente Jair Bolsonaro cumprimentou Joe Biden pela posse como novo presidente dos Estados Unidos em publicação postada nas redes sociais na tarde desta quarta-feira, 20 de janeiro.” (Fonte: Agência Brasil) Após a posse de Biden: esperava até o último minuto a reviravolta de Trump, um golpe, como sonha – a partir de suas manifestaçõesContinuar lendo “Nosso Narcisinho”

Até 2100 o permafrost pode derreter totalmente

“À medida que se derretem os solos frios do permafrost, há a ameaça de fuga de vírus primitivos e esquecidos, além de bilhões de toneladas de gases de efeito estufa que ficaram presos por milhares de anos, que podem ser catastrófico para as mudanças climáticas.” ( Sam Alvarado) Assim como a devastação de terras virgens,Continuar lendo “Até 2100 o permafrost pode derreter totalmente”

“A inquietação e a futilidade dividem nossos dias.” (Paul Valéry)

Esperanças em 2021? Não as vejo. No ano passado, ainda acreditava que a pasmaceira governamental fosse falta de adaptação. Hoje, percebo que o objetivo é destruir as pontes que poderiam nos levar a um futuro melhor. O presente é sombrio, mas pode ser só uma prévia para o que nos espera. Talvez eu não sejaContinuar lendo ““A inquietação e a futilidade dividem nossos dias.” (Paul Valéry)”

A crise climática está matando as sequoias, e árvores de Josué na Califórnia

“Elas são o que os cientistas chamam de mega flora carismática, e existem poucas árvores em qualquer lugar mais carismáticas do que as três espécies mais famosas da Califórnia. Pessoas viajam de todo o mundo simplesmente para caminhar entre elas maravilhadas. A sequoia gigante. A árvore de Josué. A sequoia da costa. Elas são asContinuar lendo “A crise climática está matando as sequoias, e árvores de Josué na Califórnia”

“Se o mecanismo da terra como um todo é bom, então, toda parte que a compõe é boa”

Rand Aldo Leopold (1887-1948) é desconhecido no Brasil. Ele criou, nos anos 1940, a distinção entre “preservação” e “conservação” da natureza. Preservação significa o não uso, ou apenas o uso contemplativo da natureza. Conservação, implica o uso racional da natureza; a natureza sendo considerada como fonte de recursos naturais renováveis. Nos EUA, já houve presidentesContinuar lendo ““Se o mecanismo da terra como um todo é bom, então, toda parte que a compõe é boa””

O budismo e a visão ambiental

“A educação tem a ver com o processo do viver, não com a preparação para uma vida futura.” (John Dewey) O budismo não apresenta “verdades”, ao contrário de tantas religiões. Oferece um “veículo” para a “continuidade”, considerando que é impossível que alguma coisa acabe; ela muda, sempre. Nada é estável, tudo é impermanente e estáContinuar lendo “O budismo e a visão ambiental”

Fitopesticidas

O Nim tem a capacidade (sementes, frutos, folhas e cascas) de fornecer substâncias para o desenvolvimento de produtos contra a manifestação de pragas. Seus extratos impedem ou inibem a atividade alimentar dos insetos. É recomendado, principalmente, para o controle de moscas-brancas, tripes (“verme da madeira”), cochonilhas, lagartas e besouros. É biodegradável e não tóxico paraContinuar lendo “Fitopesticidas”

Progresso. Um evangelho?

O progresso tecnocientífico, norteado pela razão e experimentação, e pautado pelo valor da eficiência, provoca diversos efeitos ambivalentes na sociedade e na biosfera advindos da relação de efeito mútuo existente entre as criações humanas – dentre elas a técnica – e a vida social e o meio ambiente. Como fazer o ‘progresso’ incluir a defesaContinuar lendo “Progresso. Um evangelho?”

Mottainai: um estilo contra o desperdício

Mottainai representa um estilo de vida com base no budismo. O termo, muito mais do que uma palavra, exprime um pensamento no qual devemos utilizar qualquer recurso por todo o tempo possível de sua vida útil. “Justamente por não significar uma palavra, mas uma forma de viver, o termo não tem uma tradução literal. PorémContinuar lendo “Mottainai: um estilo contra o desperdício”

“A Amazônia já era!”

Nos anos 70, a ditadura militar anunciava nas principais revistas da época que o “Inferno Verde” seria integrado. O inferno era a Amazônia. Para garantir a ‘segurança nacional’ – o mantra que tudo justificaria – a região precisava ser ocupada (antes, naturalmente, desmatada e seus ocupantes originais cederiam espaço aos novos desbravadores). Era necessário “protegerContinuar lendo ““A Amazônia já era!””