“Ser grande é ser incompreendido” (Emerson)

As ideias materialistas que nos regem são eternas? O que vemos é a realidade? A realidade é a verdade? “… o conhecimento das leis da natureza é ainda incompleto. Mas, quando uma vanguarda de sábios, avançando passo a passo nesse campo, ainda inexplorado, chegar a descobrir, um dia, algumas dessas leis, nós, então, acharemos muitoContinuar lendo ““Ser grande é ser incompreendido” (Emerson)”

Somos inteiramente mortais?

Ervin Laszlo é um filósofo da ciência, teórico de sistemas, estudioso da teoria do caos e pianista clássico húngaro. “Será que a nossa consciência – mente, alma ou espírito – termina com a morte de nosso corpo? Ou será que ela continua a existir, de alguma outra maneira, talvez em outro domínio ou outra dimensão doContinuar lendo “Somos inteiramente mortais?”

Turbulências

“Quando átomos se movem para baixo através do vazio pelo seu próprio peso, desviam um pouco no espaço em um tempo completamente incerto e em lugares incertos, apenas o suficiente para que você pudesse dizer que seu movimento mudou. Mas se eles não tivessem o hábito de se desviar, todos eles cairiam direto através dasContinuar lendo “Turbulências”

Subtrair o óbvio e acrescentar o significativo

“A vida não tem significado. Cada um de nós tem seu significado e o traz para a vida. É uma perda de tempo fazer perguntas quando você é a resposta.” (Joseph Campbell) No mais recente livro de Humberto Mariotti e Cristina Zauhy (“Longe do equilíbrio – A exclusão do humano e suas consequências”), que recomendo,Continuar lendo “Subtrair o óbvio e acrescentar o significativo”

Em que tempo nós vivemos?

Vivemos todos no presente? Não, sabemos. O presente não é onipresente. Por mais que o presente esteja a nosso redor, cobrando nossa atenção e fruição, nossa cabeça está entulhada de pensamentos, ora nostálgicos, ora tristes. Alegrias saudosas, remorsos ou perdas incrustados. Quando não é o passado a nos alugar, é o futuro a nos convocar.Continuar lendo “Em que tempo nós vivemos?”

Números: fascinantes, intrigantes!

No século VI a.C., Pitágoras associou intervalos musicais com o conceito matemático de frações. Criou um instrumento com uma corda – monocórdio – e, dividindo exatamente os espaços nela, conseguiu desenvolver uma escala musical diferente das existentes. Tempos depois chegou-se à escala musical temperada, com tons, semitons e oitavas. Há questões que se levantam –Continuar lendo “Números: fascinantes, intrigantes!”

Há salvação?

Brian Greene, físico e matemático, não acredita no livre-arbítrio, essa ideia tão cara aos humanistas. Para ele, “quando reconhecemos que cada ação e decisão nossa são apenas partículas que atravessam o nosso corpo e o nosso cérebro, e que esse movimento é totalmente governado pelas leis da Física, percebemos que não há oportunidade para interferir.Continuar lendo “Há salvação?”

Falando de Pascal, por Fábio Adiron

Argumentum ad Hominem (literalmente, argumento contra o homem) é um tipo de falácia de relevância, um subgrupo do que é conhecido no campo da lógica como falácias não-formais. Quando não tem mais argumentos para usar, um debatedor agressivo, em vez de refutar a verdade do argumento adversário, ataca diretamente o caráter pessoal do oponente. Blaise Pascal, matemático, físico, inventor, filósofo e escritor, foiContinuar lendo “Falando de Pascal, por Fábio Adiron”

“… como é fácil se deixar levar” (Morin)

“Entramos na era das grandes incertezas”, diz Morin – que no próximo 8 de julho completará insuficientes 100 anos – querendo nos lembrar que nós, e principalmente os governantes, estamos sem bússola. Aliás, as bússolas indicam: “mudemos de rumo”, há precipícios à frente! Essa pandemia poderia nos ensinar alguma coisas sobre a solidariedade, a inteligência,Continuar lendo ““… como é fácil se deixar levar” (Morin)”

A curiosidade como princípio

Quase toda criança é curiosa. Nós, adultos, nos empenhamos em tirar dela essa alegria da descoberta. Procuramos lhe entregar tudo pronto, definido: isso pode, aquilo não! Isso é bom, o outro nem tanto. A escola é o principal agente da uniformização do conhecimento. Age, ainda, impondo limites. Principalmente comportamentais. Educação para vencer – os outrosContinuar lendo “A curiosidade como princípio”