A meta de Buffett: encontrar negócios nos quais o potencial de ganhos aumenta enquanto o risco diminui

A estratégia de investimentos de Buffett consiste em encontrar empresas que tenham uma vantagem competitiva durável, além de solidez econômico-financeira. E sentar em cima. Empresas com essas características mostram tanta força e previsibilidade no crescimento de seus lucros que suas ações se transformam em uma espécie de ‘equity bonds‘, como se fora um título comContinuar lendo “A meta de Buffett: encontrar negócios nos quais o potencial de ganhos aumenta enquanto o risco diminui”

“… representante da forte e tenaz sub-raça do infeliz Nordeste brasileiro.”

O cearense Delmiro Gouveia (1863-1917) foi uma espécie de Mauá nordestino, um pioneiro do capitalismo. Fez-se por si mesmo, era autoritário, decidido e corajoso na adoção de novas técnicas. Construiu o Mercado do Derby, em Recife, considerado um dos primeiros shopping centers do Brasil; o Grande Hotel Internacional, então um dos melhores das Américas; investiuContinuar lendo ““… representante da forte e tenaz sub-raça do infeliz Nordeste brasileiro.””

Incentivo não é o mesmo que motivação

Fred Herzberg estudou por muito tempo a motivação no trabalho. Chegou a um esquema que chamou de “Teoria dos dois fatores” que distingue dois grupos que a influenciam, um externo às pessoas e um interno. Aos externos, intitulou “fatores de higiene ou extrínsecos”; aos intrínsecos, “fatores de motivação”. Os de higiene, ou elementos de trabalho,Continuar lendo “Incentivo não é o mesmo que motivação”

“Conceito sem ação é vazio, ação sem conceito é cega.” (Kant)

Nesta semana vi um vídeo de um jovem empresário, bem sucedido, no qual ele ‘ensina’ que frequentar escolas (de negócios) é muito caro e perda de tempo. Ele recomenda que se trabalhe – mesmo de graça – ao lado de quem “já fez o o que você quer fazer”. Quatro anos trabalhando para pessoas comoContinuar lendo ““Conceito sem ação é vazio, ação sem conceito é cega.” (Kant)”

‘Trabalhar juntos’

Extravagante, aventureiro, criador … também escritor, educador, reformador social, ceramista e membro do Partido Comunista da China por 60 anos, até sua morte em 1987. Rewi Alley era neozelandês e adotou a China como lar. Uma história interessante. Era um homem que seus admiradores consideravam quase divino, e seus adversários, um charlatão, um propagandista traiçoeiro,Continuar lendo “‘Trabalhar juntos’”

A quem seguir?

Alguém, além de mim, já leu “Segredos de Liderança de Átila, o Huno”, de 1989? Curioso, lia sobre tudo e todos. Não recomendo o livro, claro. Só há ‘segredos’ no título, o resto é óbvio: lealdade, coragem, anseio, resistência emocional, vigor físico, empatia, poder de decisão, antecipação, sincronização, competitividade, autoconfiança, responsabilidade, credibilidade, tenacidade, confiabilidade …Continuar lendo “A quem seguir?”

O relevante é eterno

A metodologia OKR (Objectives and Key Results) significa “objetivos e resultados-chave”. Ela estimula a colaboração e o acompanhamento de resultados.  Suas linhas gerais são a manutenção do ‘alinhamento‘ e do ‘foco dos colaboradores‘, ‘estímulo à produtividade’, ambiente de ‘transparência’, ‘comunicação’ aberta, reforço da ‘cultura’ da empresa. Mas, como promete o próprio nome, centra-se na buscaContinuar lendo “O relevante é eterno”

Duplo vínculo (texto de Jan Hills)

Para as mulheres, junto com outros grupos marginalizados, o sucesso na carreira envolve o enfrentamento de sérios dilemas. Você cumpre o que é esperado ou tenta quebrar o molde? Você esconde sua ambição ou pode ser honesta sobre isso? Você deve ser “você mesmo” ou é melhor adotar um estilo de liderança mais estereotipado “masculino”,Continuar lendo “Duplo vínculo (texto de Jan Hills)”

O futuro que ficou no passado

Nosso dia-a-dia, deixado solto, tende a perpetuar o passado. Para muitos, viver o presente é administrar os ‘problemas’ de ontem; a empresa guiada a partir do retrovisor. Há pessoas que não encontram tempo para resolver problemas e valorizam-se, achando que ‘trabalham’ demais. A corrida diária é extenuante e acredita-se que se está administrando o presenteContinuar lendo “O futuro que ficou no passado”

Mentalidade de adaptabilidade evolutiva

Quantas empresas ainda são reféns da tradição no fazer, “do jeito que fazemos aqui”? A revolução trazida pela Toyota logo após a segunda guerra, o “Lean Manufacturing”, permanece desconhecida por muitas empresas. Esse é o maior desperdício a ser combatido, a ignorância de práticas operacionais centradas no cliente. Todo o encadeamento de uma operação (indústrias,Continuar lendo “Mentalidade de adaptabilidade evolutiva”