Biodiversidade

Biodiversidade está na pauta científica e econômica, exceto no governo federal. Desperdiçamos um potencial incalculável. Segundo Edward Wilson, “não dependemos nem mesmo de 1% das espécies vivas para nossa existência, e o restante permanece sem ser testado, esquecido. No curso da história, as pessoas se utilizaram de 7.000 tipos de plantas na alimentação, predominantemente oContinuar lendo “Biodiversidade”

A natureza é uma cornucópia?

Nas tensões e discussões que envolvem ciência ambiental, população, dinâmica de recursos e ecologia, temos os malthusianos e os cornucopianos; escassez e abundância. Os que observam Thomas Malthus, expressam preocupações de que o crescimento exponencial da população humana e as demandas econômicas superem os recursos globais necessários para apoiar as pessoas, minando a sustentabilidade aContinuar lendo “A natureza é uma cornucópia?”

A inefetividade do Estado

“A teoria conservadora do estado deve afirmar o estado, porque e na medida em que representa uma obrigação. Também deve, no entanto, impedir que o estado se torne a única obrigação, de se tornar o ‘estado total’. (…) E esse significado e objetivo, isto é, poder, é mau e desmoralizante, destrutivo, se não está vinculadoContinuar lendo “A inefetividade do Estado”

Desmatamento zero

“O vice-presidente Hamilton Mourão está de olho na proposta da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, de adoção oficial de meta “desmatamento zero” na Amazônia. Ele é o presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal. A proposta foi defendida em 2019 pelo ex-ministro da Luís Fernando Cirne Lima na Frente Parlamentar da Agropecuária, quando a atualContinuar lendo “Desmatamento zero”

Credibilidade ou, onde está a saída?

O mercado financeiro já começa a se alvoroçar: taxa de juros inacreditavelmente baixa e com propensão a mais redução, taxa de câmbio em patamar elevado, risco-país em nível muito alto; déficit primário próximo a 11% do PIB neste ano; dívida interna bruta chegando perto de 92% do PIB (76% em 2019); queda no PIB aoContinuar lendo “Credibilidade ou, onde está a saída?”

“Quando olhamos para dentro, nossa visão de fora se altera” (Joseph Pearce)

Participei ontem, 01 de julho, de uma conversa com meus amigos Adalmir Sampaio Gomes e Avelino Balbino. Fui muito prejudicado pela qualidade da internet, com várias quedas e atrasos no som e na imagem – padrão brasileiro. Falamos sobre tendências para os próximos anos. Pretensioso, mas necessário. Pensar sobre o futuro não nos obriga aContinuar lendo ““Quando olhamos para dentro, nossa visão de fora se altera” (Joseph Pearce)”

Um espaço para a humanidade

O fundamento social forma um limite interno, abaixo do qual existem muitas dimensões da privação humana. O teto ambiental forma um limite externo, além do qual existem muitas dimensões da degradação ambiental. Entre os dois limites, existe uma área – em forma de rosquinha – que representa um espaço ambientalmente seguro e socialmente justo paraContinuar lendo “Um espaço para a humanidade”

Distributismo

O capitalismo se conserva por meio de pequenas concessões e afrouxamentos. A estatização plena dos meios de produção é insustentável. A pequena propriedade é condição básica ao desenvolvimento do homem, ao seu exercício de liberdade. Essas são ideias de Hilaire Belloc, publicadas em 1912, antes da experiência soviética. “Ao denunciar a tendência monopolista do capitalismoContinuar lendo “Distributismo”

E o emprego?

Dani Rodrik e Stefanie Stantcheva comentam o cenário atual do emprego e sua relevância nessa nova realidade que se impõe aceleradamente. Eles referem-se, ainda, a “bons empregos” com viés nostálgico: “… a falta de “bons empregos” acarreta altos custos sociais e políticos: famílias desfeitas, abuso de substâncias ilícitas e crimes, além de uma confiança cadaContinuar lendo “E o emprego?”

Tributação global – uma proposta

O americano Joseph Stiglitz, o francês Thomas Piketty, a indiana Jayati Ghosh e o colombiano José Antonio Ocampo propõem uma revolução global na tributação. São cinco as medidas sugeridas: i. aplicar uma taxa de imposto mais alta às grandes corporações e setores oligopolizados, com elevadas taxas de retorno;ii. definir uma taxa mínima efetiva de impostoContinuar lendo “Tributação global – uma proposta”