“… pelo progresso do nosso subdesenvolvimento”

Entre 1860 e 1913, os Estados Unidos chocaram alguns países quando superou a Grã-Bretanha, tornando-se a maior economia do mundo. Naquele período, o crescimento anual americano era de 4% em média. Estranheza, mal estar, mas visto como natural. Agora, é a vez da China. Ela se tornará a maior economia do mundo até o finalContinuar lendo ““… pelo progresso do nosso subdesenvolvimento””

A decisão de assumir riscos

“Israel desenvolveu uma criatividade proporcional não ao tamanho físico do país, mas aos perigos que ele enfrenta”, disse Shimon Peres, presidente entre 2007 e 2014. Um país do tamanho do nosso menor estado, com solo estéril, pouca água e cercado de hostilidades. O único recurso “natural” é sua população. Um povo que tem uma históriaContinuar lendo “A decisão de assumir riscos”

Há uma bolha sendo inflada?

“Examine o registro da história, lembre-se do que aconteceu no círculo da sua própria vida, considere com atenção o que ocorreu com quase todos os grandes infortunados, seja na vida privada ou pública, de quem você pode ter lido ou ouvido a respeito, ou de quem se recorde, e você descobrirá que a maioria esmagadoraContinuar lendo “Há uma bolha sendo inflada?”

Para que censo se não houver senso?

Nosso primeiro recenseamento foi feito em 1872. Na ocasião apurou-se os escravos representavam 15,2% da população. Quantos são hoje? A partir daí passou a ser decenal, nos anos terminados em zero. Exceções foram os dos anos de 1910 e 1930. “Pelo que se tem notícia, o Censo mais antigo é o da China. Em 2238Continuar lendo “Para que censo se não houver senso?”

Sonhos são as maiores riquezas

“O comandante de um exército poderoso pode ser capturado. A aspiração de um homem comum, jamais.” (Confúcio) A primeira das treze colônias que deram início aos EUA, a Virgínia, só foi fundada em 1607. O Brasil já era centenário. 169 anos depois, os EUA já eram independentes; no Brasil, a demora foi de 322 anosContinuar lendo “Sonhos são as maiores riquezas”

Obviedades

A democracia não é garantia de baixa desigualdade. Depende da força de seus atores. Ela é facilmente e comumente dominada pelos poderosos, políticos e seus financiadores. Temos uma democracia dos 1%, para os 1% e pelos 1%. Da mesma forma, também os regimes autoritários – mesmo os de fachada socialista. Óbvio. Na democracia, pelo menos,Continuar lendo “Obviedades”

Perpetuação da pobreza

O presidente, com seu olhar especial, só vê quem “aumentou um pouquinho de peso” em função das medidas de distanciamento mas, não vê a mortandade decorrente da pandemia, que aliás, diz que pode resolver esse “problema do vírus em poucos minutos”. Parece ignorar também que, segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e SegurançaContinuar lendo “Perpetuação da pobreza”

Concentração fundiária

“Precisamos, precisamos esquecer o Brasil! Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado, ele quer repousar de nossos terríveis carinhos. O Brasil não nos quer! Está farto de nós! Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil. Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?” (Trecho de Hino Nacional, de Carlos Drummond deContinuar lendo “Concentração fundiária”

O Brasil que pouco se vê

O Brasil não é fácil de se entender. Para mim, pelo menos. O Brasil produzirá 260 milhões de toneladas de grãos nesta safra e se ufana de garantir a segurança alimentar de um sexto da população mundial, conforme falou o presidente na ONU em setembro do ano passado: “No Brasil, apesar da crise mundial, aContinuar lendo “O Brasil que pouco se vê”

Por medidas efetivas de combate à pandemia

Economistas e banqueiros renomados divulgaram uma Carta Aberta neste domingo (21/03/21) em que exigem dos governantes brasileiros medidas efetivas contra o avanço do coronavírus no país. Entre os nomes que referendam a carta estão os ex-ministros da Fazenda Pedro Malan, Maílson da Nóbrega, Marcílio Marques Moreira e Ruben Ricupero, e os ex-presidentes do Banco CentralContinuar lendo “Por medidas efetivas de combate à pandemia”