A arrogância do “saber estabelecido”

Em 1927, Freud ressaltava que o juízo que fazemos sobre a atividade humana é limitado por nossas perspectivas. Isso é devido, principalmente, por nos restringirmos a um ou a alguns campos do saber. E, desse ponto de vista especializado, encontramos “verdades” que queremos aplicar ao variado mundo social. Manifestações complexas não se explicam de formaContinuar lendo “A arrogância do “saber estabelecido””

Gurus ou guris?

“Achei que iria chegar aos 55 anos e as empresas iriam querer os gurus – mas elas querem os guris”, disse recentemente Romeo Deon Busarello. É a crença no etarismo. A razão disso é que muitos ficam para trás, soterrados pelas inovações, sentindo-se incapazes de situar-se “neste mundo”, o das novidades transformadoras. “O mundo nãoContinuar lendo “Gurus ou guris?”

Complexidade

“Não basta unir o saber (a ciência) à alma (à consciência); é preciso incorporá-la àquele; não basta regá-lo, é indispensável com ela tingi-lo.” (Montaigne) Em 1982, Edgar Morin publicou “Ciência com consciência”, que deu origem ao Paradigma da Complexidade, já exposto nos primeiros volumes de “O Método”. Defendia, já então, o desenvolvimento de uma ciênciaContinuar lendo “Complexidade”

Todo aprendizado provém do erro

Como aprender sem tentar e, correr o risco de errar? O sistema educacional em geral não aceita erros, só acertos. Provas, exames, notas … o tormento dos alunos e, traumas dos adultos. Mensagem errada. Reprodução de saberes requer apenas memorização e significa a perpetuação do já estabelecido; o louvor ao estático. O mundo nada temContinuar lendo “Todo aprendizado provém do erro”

“Hoje, um número cada vez maior de pessoas está aprendendo que é preciso simplificar, e não complicar.” (John Sculley)

Robert Updegraff via a vida não como uma sucessão de batalhas, mas como um campo perene de cultivo e cuidados. E, que os problemas que encontramos pela frente, se encarados como desafios de crescimento, garantem nosso progresso pessoal. “A felicidade deve ser encontrada ao longo do caminho, não no fim da estrada, pois então aContinuar lendo ““Hoje, um número cada vez maior de pessoas está aprendendo que é preciso simplificar, e não complicar.” (John Sculley)”

A complexidade cultural do mundo

Geert Hofstede (1928-2020) se dedicou, há cerca de 30 anos, a compreender as complexidades culturais do nosso pequeno mundo.  Ele classificou e mediu as manifestações culturais em cinco dimensões: Distância ao poder, Individualismo versus coletivismo, Masculinidade versus feminilidade, Aversão a incerteza, Orientação a longo prazo versus a curto prazo.  A  dimensão “Distância ao poder”, por exemplo, medeContinuar lendo “A complexidade cultural do mundo”