Somos aquilo que comemos

Weston Andrew Price (1870-1948) era um crítico da modernidade. Afirmava, nos anos 1930, que na civilização moderna, apesar de todo seu desenvolvimento aparente, da conveniência que oferece e de seu progresso técnico e científico, o homem torna-se fisicamente decadente. Apresentava a modernidade como degeneração física. Ele era um cientista da saúde. Aos cientistas sociais cabiaContinuar lendo “Somos aquilo que comemos”

Filhos do Céu

Nossa vida é exígua. Triste isso, para a maioria (há os que já se encheram dela). Mas, esse ser que se pensa como pessoa, consciente de si (achamos que somos), é mero veículo do eterno (ou do muito antigo). A morte é desintegração. A morte em vida significa a despersonalização, o sentimento predominante de desagregação,Continuar lendo “Filhos do Céu”

Caos ou livre arbítrio?

Tudo que acontece conosco está predefinido? O determinismo, um filme já editado, é o que assistimos? George Ellis, professor de Sistemas Complexos e Matemática Aplicada, garante que a incerteza molecular nos mostra que isso não é verdadeiro. Apresento um resumo de suas ideias. O texto original está citado abaixo. Laplace acreditava que o Universo eraContinuar lendo “Caos ou livre arbítrio?”